Lula: eleito nas urnas, rejeitado nas ruas – o fiasco do 7 de Setembro
O desfile cívico-militar de 7 de Setembro de 2025, realizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, escancarou uma contradição incômoda: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições, mas não consegue mobilizar o povo que diz representar.
Apesar de toda a estrutura oficial montada pelo governo federal, o evento ficou marcado por arquibancadas praticamente vazias, silêncio no lugar do entusiasmo e uma atmosfera fria, distante da celebração patriótica que deveria marcar a data da Independência.
O contraste com Bolsonaro
Nos quatro anos de Jair Bolsonaro, a data se transformou em sinônimo de multidões nas ruas, com milhões de pessoas em diversas capitais, bandeiras do Brasil por toda parte e um clima de festa popular.
Já sob Lula, o cenário foi o oposto: o 7 de Setembro virou um desfile burocrático, acompanhado apenas por convidados oficiais e um público tímido, sem a presença massiva dos cidadãos comuns.
Um governo sem povo
A cena reforça o discurso de que Lula venceu a eleição, mas não conquistou os corações e mentes da população. O presidente aparece cercado por políticos, ministros e aliados, mas isolado da energia popular que deveria sustentar um chefe de Estado em uma data tão simbólica.
A narrativa oficial não cola
Mesmo com o slogan “Brasil Soberano”, o Planalto não conseguiu esconder a realidade: o povo não compareceu. Nas redes sociais, imagens comparando o vazio das arquibancadas de 2025 com as multidões do governo Bolsonaro viralizaram, evidenciando a falta de sintonia entre Lula e as ruas.
O fiasco do 7 de Setembro expõe, de forma contundente, a fragilidade política de um presidente que tem poder nas instituições, mas não tem povo ao seu lado.
Por Marcos Soares
Jornalista – Analista Político instagram.com/@marcossoaresrj | instagram.com/@falageralnoticias
Todos os dias sempre um novo artigo com opinião e análises políticas




