
Em meio à onda de tensões no Oriente Médio, os holofotes do mundo estão voltados para os bombardeios, os riscos de escalada militar e as operações de evacuação de estrangeiros em Israel. No entanto, por trás dos conflitos, existe um outro lado que poucos conhecem: a história de um país pequeno em território, mas gigante em inovação, tecnologia e impacto global.
Fundado em 1948, Israel é o único Estado judeu do mundo. Em pouco mais de 75 anos, o país transformou condições geográficas extremas — com desertos, escassez de água e ausência de grandes reservas naturais — em um motor de desenvolvimento econômico e tecnológico.
Em 2024, a renda per capita de Israel ultrapassou a marca de 55 mil dólares, posicionando o país entre as nações mais ricas do mundo. Outro dado que chama atenção: mais de 220 mil israelenses eram milionários naquele ano, consolidando Israel como um dos países com maior concentração de milionários por habitante.
O Segredo do Sucesso?
A combinação de investimento em educação de ponta, cultura empreendedora, políticas públicas de incentivo à inovação e uma postura histórica de superação de desafios. O país abriga o “Silicon Wadi”, considerado o Vale do Silício do Oriente Médio, que deu origem a inovações globais como o aplicativo Waze e a plataforma Wix, entre muitas outras startups.
Ciência, Cultura e Influência Mundial
A influência israelense vai muito além da tecnologia. Na cultura pop, a atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, tornou-se um símbolo mundial. Antes da fama, foi Miss Israel e instrutora nas Forças de Defesa Israelenses.
Na ciência e na academia, o protagonismo é histórico. Embora os judeus representem apenas cerca de 0,2% da população mundial, são responsáveis por aproximadamente 22% dos Prêmios Nobel já concedidos. Entre os nomes mais conhecidos estão :
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Albert Einstein, físico e ícone da ciência moderna;
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Sigmund Freud, pai da Psicanálise;
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Milton Friedman, Nobel de Economia;
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Mark Zuckerberg, criador do Facebook;
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Sergey Brin e Larry Page, fundadores do Google;
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Larry Ellison, fundador da Oracle.
No Brasil, a presença judaica também deixou marcas importantes, com personalidades como:
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Silvio Santos, empresário e fundador do SBT;
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Miguel Krigsner, criador do O Boticário;
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Jorge Paulo Lemann, sócio da Ambev e um dos maiores investidores globais;
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Roberto Justus, publicitário;
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Joseph Safra, fundador do Banco Safra.